Bio

Meu primeiro tambor – 1986



Espelho Mágico – 2001



Silent Hunter – 2004



Maddock – 2013



Bside Square – 2016



Hammer Queen – 2018



Booze 4 – 2019



Rocket III – 2019



Du Rockers – 2019



Triploo – 2020
W.A.S.P. Cover Brazil – 2021

Renato Machado Lima nasceu na cidade de Uberaba, Minas Gerais, e ganhou seu primeiro tambor de brinquedo aos dois anos de idade. Filho do radialista Renato Lima e da jornalista Cida Maria, Renatinho (apelido que ganhou ainda na infância) manteve contato com música desde muito cedo, acompanhando o pai que realizava bailes em cidades da região do Triângulo Mineiro.

No Ensino Médio, o músico conheceu quem seriam os integrantes de sua primeira banda: Douglas Oliveira e Roberto Leite, ambos guitarristas. Em uma das aulas vespertinas, Renato faltou para assistir um programa de televisão, que teria como atração a banda Titãs. E foi observando o baterista Charles Gavin que ele se interessou definitivamente pela bateria.

A primeira banda começou de maneira absolutamente inusual. Renato chamou os amigos para tocarem juntos e, ao ser questionado sobre qual instrumento tocava, ele respondeu “Vou começar o conservatório na semana que vem para aprender a tocar bateria”. A situação hilária rendeu piadas, mas “Pandora”, a primeira banda, estava criada.

Como não tinha dinheiro para fazer aulas e comprar uma bateria, Renato alugava o instrumento de um amigo ao custo de dez reais por semana, enquanto assistia vídeos de apresentações de bandas e tentava imitar o que via e ouvia.

Autodidata, aprendeu com shows gravados em fitas de VHS tais como “The Song Remains the Same”, do Led Zeppelin, “Use Your Illusion Tour” da banda Guns n’ Roses, e “Kiss Unplugged”.

Três meses depois ele conseguiu comprar sua primeira bateria, uma Pinguim usada, por 250 reais e contou com a ajuda da família, que fez vaquinha para realizar o seu sonho adolescente. Nesse período, Renato já tocava em duas bandas. A pioneira “Pandora”, que durou pouco mais de um ano, e outra que durou apenas quatro meses.

Curioso para descobrir possibilidades, ele ouvia diversas vertentes do rock, até se deparar com o álbum “Made in Japan” da banda britânica Deep Purple.  Renato ficou fascinado e decidiu explorar aquele estilo. “Adorava tocar balançando a cabeça como um louco e fazer viradas o tempo inteiro”.

O período seguinte foi dedicado ao rock dos anos 60 e 70: Deep Purple, Led Zeppelin, Cream, Black Sabbath, Jimi Hendrix, The Who, etc. Quanto mais enlouquecida fosse a performace do baterista, mais ele se interessava.

No início do novo milênio, ele conheceu o cantor Paulo Moratelli, ex-vocalista da banda “Nuts”, conhecida na cena local, que tinha como baterista Manu Jocker, ex-integrante da banda “Sarcófago”, também de Uberaba. Junto com o parceiro do Ensino Médio Douglas Oliveira, guitarrista, e seu irmão Fábio Oliveira, montaram a “Espelho Mágico”, banda que tinha como repertório clássicos dos anos 60 e 70.

A banda ganhou popularidade na cidade, tocando em vários pubs, e gravou um DVD no Teatro Experimental de Uberaba. Ensaiando um repertório autoral, a banda conquistou o terceiro lugar no concurso de bandas realizado pelo Centro Nacional de Cidadania Negra (Ceneg). “Espelho Mágico” esteve em atividade de 2001 a 2004, quando cada músico decidiu trilhar caminhos independentes.

Ainda em 2004, Renato e Paulo montaram a “Super Riff”, juntamente com Marão na guitarra e Claudão no baixo. O repertório mesclava clássicos dos anos 60, 70, heavy metal e hard rock.

Típica reunião experimental, a “Super Riff” original fez apenas duas apresentações. Com novas parcerias, Renato deu continuidade à banda, desta vez com os irmãos Charles (vocais) e Chaene Gama (no baixo) e Kenny na guitarra. Dessa reunião nasceu a “Metal Machine”, que depois recebeu novos guitarristas: Bruno Reis e Eduardo Caldeira.

No final de 2005, durante a apresentação de encerramento da boate Athos Pub em Uberaba, Renato conheceu o vocalista André Castro que, juntamente com o baixista Matheus Marques e com o guitarrista Taciano Canassa, tinha uma banda de heavy metal tradicional e andava à procura de um tecladista.

Assim como aconteceu uma vez com a bateria, Renato aceitou o convite fez as duas únicas apresentações como tecladista de sua vida. Foi quando o baterista resolveu sair da banda, e Renato assumiu o seu lugar, com um novo desafio: substituir um baterista de heavy metal. “Eu estava acostumado com uma linha de bateria mais livre, e essa pegada mais linear e técnica me obrigou a estudar”, lembra. “E foi nessa época que tive o primeiro contato com os rudimentos”.

Renato permaneceu na banda por dois anos, antes de se “aposentar” por um ano e meio. Em 2008, voltou a tocar com a “Metal Machine”, até 2012, e também entrou para a Stormbringer, até 2010.

Em 2012 com foi com a “Metal Machine” para Franca, no interior de São Paulo. No repertório, especial da banda Avenged Sevenfold. Neste mesmo ano, o músico recebeu o convite para integrar a Maddock, com o vocalista Mike Zoeli, o guitarrista Paulo Vinícius, o “PV” e o baixista Matt Abdala. A banda rapidamente se destaca na cena local, tocando clássicos do hard rock, com ênfase em três bandas: Bon Jovi, Aerosmith e Guns n’ Roses.

Entre as apresentações históricas da Maddock estão o “Dia Mundial do Rock” de 2013, na Concha Acústica de Uberaba, para um público de mais de dua mil pessoas, o “Festival Rock in Sacra”, na cidade de Sacramento em 2013 e 2014. Também em 2013, a banda realizou uma apresentação no Cine Teatro Vera Cruz, com a participação do tecladista Fábio Laguna, ex-tecladista da banda Angra e atual da banda Hangar. Em 2015, a Maddock convida Fábio para mais uma apresentação, juntamente com o baixista da Hangar, Nando Mello.

Renato deixou a Maddock em 2016 e passou a integrar a “Bside Square”, banda de metal progressivo, juntamente com o vocalista Clayton Martins, o guitarrista Eduardo Caldeira, o baixista Mateus Oliveira e o tecladista Rafael Castro. No repertório, clássicos do Pink Floyd, Rush, Avenged Sevenfold e Dream Theater.

Os ensaios caminharam para um tributo ao  Dream Theater, realizado no Cine Teatro Vera Cruz. O evento foi um sucesso e a Bside Square se consolida como uma das bandas com melhor apuro técnico na cidade e a única no estilo. Em 2017, a banda realiza o especial no bar Favela Chic de Uberaba, tocando o álbum “Images and Words” do Dream Theater na íntegra. Renato deixou a banda para viver um período no exterior, e retornou em 2018, para compor o material autoral e gravar as linhas de bateria. O trabalho não foi concluído e o baterista deixa novamente a banda.

Ainda em 2017, depois de voltar ao Brasil, Renato entra para a banda “Abigail Hard Rock”, que tem como integrantes: Ariane Vasconcelos nos vocais, Matheus Marques no baixo e Leonardo Silvano Cuiabá a guitarra. No mesmo período, ele participou da banda “Cerberus”, com os vocalistas Clayton Martins, Aender Vilaça e Ethienne, Mateus Oliveira no baixo e Eduardo Caldeira na guitarra. A parceria se encerrou em 2019.

Em 2018, o músico entra para as bandas “Ar-Thur” (pop rock), “Hammer Queen” (Judas Priest/Dio cover), “Booze 4” (grunge), “Black Bullets” (hard rock) e “Rocket III” (de clássicos), além de atuar como free lancer no Projeto Charles Gama Acústico. O ano de 2018 terminou com a participação em dez bandas.  “Foi a época que mais toquei na vida”, conta. “Todo final de semana estava em um local diferente, com uma banda diferente e isso é maravilhoso!”

Em 2021, o baterista foi convidado a integrar a banda W.A.S.P. Cover Brazil, do município de Franca-SP. Desde então, o músico realiza apresentantações no interior de São Paulo e na capital, com destaque para o show no Fofinho Rock Bar.

Atualmente, ele também faz o gerenciamento das bandas, no que diz respeito à escolha e montagem de setlist e agendamento de shows e é professor de bateria para crianças e adultos. Renato é estudante no curso de Licenciatura em Música pela Uninter (6º período).

Renato Lima é endorsee dos cabos Kustomcable® e das baquetas Prostick®, onde possui uma linha de baquetas Signature Renato Lima (Modelo RL-7A), além de ser artista Prime da Prostick®.